terça-feira, 10 de julho de 2012

Grupo Teatro Kabana realiza apresentações especiais em BH


Por Ana Lúcia Lopes

Grupo Kabana em Piracicaba/SP

Clique aqui para acessar o site da publicação do artigo abaixo - JORNAL O TEMPO



Teatro mineiro encanta Piracicaba/SP
Espalhe por aí
Link direto
04/07/2012 17h50
Sucesso de público, a peça "Êh Boi!" do grupo Kabana (Sabará/MG) foi atração em Piracicaba/SP. Ao som de caixas, violas, pandeiros e inebriado pela folia, o Grupo Kabana pediu licença aos poetas do cordel, aos vaqueiros e seus melancólicos aboios para cantar o BOI.
Ana Lúcia Lopes

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Emater-MG e Prefeitura de Glaucilândia recebem prêmio por preservação ambiental


O trabalho de recuperação da sub-bacia hidrográfica do rio das Pedras rendeu à Prefeitura de Glaucilândia, Norte de Minas, e à Emater-MG o prêmio Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Brasil. O projeto é desenvolvido desde 2005 com a implantação de ações para a preservação do rio que é um importante afluente do São Francisco. A iniciativa ajudou a reduzir a poluição da sub-bacia do rio das Pedras e a chamar a atenção dos moradores para a necessidade de conservação da água e do solo.

A cerimônia de premiação aconteceu em Brasília, no dia 30 de maio. A 4ª edição do prêmio, promovido pelo governo federal em parceria com a Organização das Nações Unidas, teve 1.638 projetos inscritos. Desse total foram selecionados 20. A Emater-MG e a Prefeitura de Glaucilândia ficaram em 1º lugar na categoria qualidade de vida e respeito ao meio ambiente, com o projeto Manejo da Sub-bacia Hidrográfica do Rio das Pedras. “Nós ficamos felizes pelo reconhecimento aos resultados alcançados e pelo fato desse prêmio dar visibilidade a uma experiência como essa”, diz o extensionista da Emater-MG, Antônio Dumont Machado do Nascimento.

A iniciativa tem como objetivo minimizar o problema da escassez de recursos hídricos por meio da educação ambiental e de práticas para conservação de água, solo e vegetação na sub-bacia do rio das Pedras. Diversas ações foram realizadas, como reuniões, oficinas, cursos, seminários e visitas técnicas para discutir a gestão dos recursos ambientais e divulgar práticas conservacionistas.

Por meio do projeto foram construídas 805 bacias de captação de águas pluviais e de enxurradas, 15 Km de terraços e 15 Km de cerca para a proteção de mata ciliar. Quatro nascentes foram protegidas e 15 mil mudas plantadas nos topos de morro. De acordo com Dumont, essas ações contribuíram para a recuperação de 52 hectares de área degradada. “Podemos citar como exemplo a revitalização de córregos e maior conscientização dos moradores a respeito do uso da água e destino correto do lixo”, afirma o extensionista.

O projeto desenvolvido na sub-bacia do rio das Pedras está inserido no Programa de Revitalização de Sub-bacias do Rio São Francisco, que é executado em parceria pela Emater-MG, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), prefeituras, conselhos de desenvolvimento rural sustentável, associações comunitárias, Instituto Estadual de Florestas, Ruralminas, Promotoria de Justiça Ambiental da Bacia do São Francisco e demais instituições.
Por Ana Lúcia Lopes
Crédito/fotos: Antônio Dumont Machado do Nascimento

Você sabe o que é "VEDUCA"?

Uma iniciativa brasileira que oferece aulas de algumas das melhores universidades mundiais: o VEDUCA.

Graças a iniciativa do brasileiro Carlos Sousa é possível acompanhar aulas das melhores universidades, sem sair de casa e sem saber inglês.

Ele resolveu abandonar o emprego em uma multi-nacional e montar um serviço on-line e gratuito de ensino. São vídeos educativo.

O VEDUCA foi lançado em março/2012 e conta com mais de 5.000 vídeos. Há várias áreas: Filosofia, Astronomia, Física, Sociologia, História, enfim...

Vale a pena conferir e aprender, pois este nunca é demais!!!

Acesse: http://www.veduca.com.br/
http://olhardigital.uol.com.br/negocios/central_de_videos/veduca-assista-a-aulas-legendadas-das-maiores-universidades-do-mundo,-de-graca

Por Ana Lúcia Lopes

O que é "UAI"?


Reproduzido por Ana Lúcia Lopes

sexta-feira, 8 de junho de 2012

5 anos de "Peixe Vivo"


O Programa Peixe Vivo, criado pela Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig para preservar as espécies nativas de peixes das bacias hidrográficas onde a Empresa tem usinas, completa cinco anos no mês de junho. Nesse período, o programa tem desenvolvido soluções e tecnologias de manejo para a preservação das espécies nativas de peixes, beneficiando as comunidades que utilizam os recursos hídricos como fator de desenvolvimento.

Ao longo dos anos, os resultados alcançados pelo Peixe Vivo expressam os estudos, pesquisas e ações desenvolvidas com os diversos públicos, entre eles, pesquisadores e a comunidade. A partir de 2007, ano de implantação do programa, foi observada redução de 87% na mortandade de peixes nas usinas da Cemig. Os impactos reduziram a quase zero, principalmente durante as operações de manutenção das hidrelétricas.

De acordo com João de Magalhães Lopes, analista de Meio Ambiente da Cemig, uma das maiores forças do Peixe Vivo é a colaboração. “As parcerias firmadas com diversos setores interessados na preservação dos peixes em Minas Gerais são fundamentais para o fortalecimento das ações e projetos desenvolvidos.”

Atuação
O Peixe Vivo divide sua atuação em três frentes: os programas de conservação da ictiofauna e bacias hidrográficas, a produção de conhecimento científico para subsidiar esses programas e a promoção do envolvimento da comunidade nas atividades previstas.

Os programas de conservação preveem ações voltadas à conservação das bacias hidrográficas, como a implantação de sistemas de transposição de peixes, o repovoamento com espécies nativas, restauração de habitats críticos, ações preventivas na operação de usinas e reflorestamento. Esses programas devem garantir que a intervenção humana seja pautada pelas melhores estratégias disponíveis para conservação de peixes.

Atualmente, na produção de conhecimento científico, estão em andamento mais de 12 projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e outros quatro em fase de contratação. O objetivo é garantir um aumento de informações sobre a biologia, ecologia, fisiologia e comportamento das espécies nativas de peixes, sobre a qualidade da água e controle de espécies invasoras, além da preservação e recomposição da vegetação ciliar.

Para Newton Prado, gerente de Ictiofauna e Programas Especiais da Cemig, o Peixe Vivo conseguiu integrar o conhecimento adquirido junto aos pesquisadores com os procedimentos de geração de energia, criando inclusive dispositivos de preservação. “Os resultados obtidos até hoje dão segurança na operação e manutenção das usinas em relação ao manejo da ictiofauna, além de reduzir, consideravelmente, o risco ambiental. A participação da comunidade também tem sido essencial nesse processo, dando respaldo nos esforços realizados pelo programa.”

Transparência
A comunidade tem papel fundamental nas ações do Peixe Vivo. A Cemig divulga os resultados gerados e estabelece canais de comunicação com a população local, garantindo a transparência das atividades. Também são realizadas atividades de educação ambiental em todo o Estado. Ao longo desses cinco anos, mais de 8.800 crianças e adolescentes participaram das atividades promovidas pelo Peixe Vivo.

Além disso, são desenvolvidas parcerias em projetos como o Versol, que atende, por semestre, 150 crianças e jovens entre 9 e 24 anos, no município de Três Marias. Eles recebem aulas de educação complementar, iniciação profissionalizante e esportiva em parceria com o Projeto Grael, coordenado pelos irmãos Torben, Axel e Lars Grael.

Nas estações de piscicultura de Volta Grande, Machado Mineiro, Itutinga, Leopoldina, Três Marias e Gorutuba, a Cemig desenvolve atividades relacionadas à soltura de alevinos nos rios em que há usinas da Empresa. Em cada estação, a Cemig trabalha em parceria com instituições de ensino, sendo o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG) parceiro em Machado Mineiro, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) em Leopoldina e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba nas estações de Três Marias e Gorutuba. O peixamento envolve a comunidade local e dissemina conceitos sobre educação ambiental.
Fonte: Cemig

Crianças conhecem o Canil da Polícia Militar


            No dia 02 de Junho de 2012, às 09:00 horas, em continuidade as comemorações do centenário de Bom Despacho houve rua de lazer no pátio do 7º Batalhão com apresentação do Canil da Polícia Militar da cidade de Divinópolis. 





Os Policiais Militares Cabo Alves, Soldado R. Costa e Soldado Batista deslocaram com dois cães, um da raça labrador e  outro da raça pastor belga que demonstraram para o público seleto, várias habilidades. Houve também a disposição de vários brinquedos pelo SESC/laces Bom Despacho, para interação de todos. 

Por Ana Lúcia Lopes
colheradamineira@gmail.com

Festas Juninas: atenção com a rede elétrica


Com a chegada do período das festividades de junho e julho, é importante que a população tome alguns cuidados em relação à rede elétrica, a utilização de fogos de artifício e a típica fogueira de São João.

As festas populares nessa época do ano muitas vezes requerem instalações elétricas provisórias. De acordo com o engenheiro de Segurança do Trabalho da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig, Demétrio Venício Aguiar, as festas devem ter projeto elétrico de instalação que contemple a distribuição das cargas e proteção seletiva (em caso de falhas, somente o trecho defeituoso é desligado automaticamente).

Os organizadores de eventos devem ficar atentos, pois somente profissionais qualificados podem realizar instalações elétricas e apenas a Cemig concede autorização para as ligações provisórias. “Não é permitido fazer ligações clandestinas, pois o risco de acidentes é muito grande. O mesmo vale para quem vai se reunir em ruas, bares e praças para participar de festividades juninas e julinas. Existem casos em que esse procedimento irregular já provocou incêndios, com pessoas feridas”, afirma Demétrio Aguiar.

Os enfeites de ruas e praças com as típicas bandeirolas, faixas e outros adereços devem ser feitos com materiais isolantes, biodegradáveis e que não sejam afixados próximos da fiação da rede elétrica. Os fogos de artifício devem ser manuseados somente por adultos e utilizados em locais distantes da rede elétrica, afastados de bandeirinhas e de demais materiais com risco de incêndio. “Os fogos de artifício podem causar queimaduras graves e, se atingirem a rede elétrica, podem causar curto-circuito.”

Normas de segurança
De acordo com as normas de segurança da Cemig, postes e padrões de energia não podem ser utilizados para amarrar bandeirinhas, faixas e demais adereços. Também não é permitida a fixação de enfeites próximo à rede elétrica.

A montagem de barraquinhas, camarotes, arquibancadas, palanques, palcos e a utilização de veículos de som e trios elétricos devem levar em conta a distância mínima de segurança (1,5 metro) em relação à rede elétrica. Durante a montagem e a desmontagem, os operários deverão ficar atentos a essa distância e manusear ferramentas e peças com cuidado. Os veículos de som e trios elétricos também só poderão operar se a sua altura com os ocupantes respeitar a distância de 1,5 metro em relação à rede elétrica.

Quanto aos tradicionais balões juninos, Demétrio Aguiar é enfático: “soltar balão é crime. Apesar desse não ser um costume dos mineiros, é sempre bom reforçar a informação, pois algumas pessoas ainda se aventuram e brincam perto das instalações e cabos energizados. Historicamente, acidentes dessa natureza causaram danos enormes às pessoas envolvidas”. Outra recomendação é não fazer fogueiras sob a fiação elétrica.

Procedimentos em caso de acidente
Em caso de ocorrência de acidentes envolvendo a rede elétrica, são cuidados imprescindíveis:
-   isolar o local, não permitindo a aproximação de pessoas;
-   jamais tocar em fios partidos;
-  não tentar retirar objetos ou pessoas que estejam em contato com fios, sem que antes um profissional capacitado assegure que a energia foi desligada;
-   ligar imediatamente para o Fale com a Cemig, pelo telefone 116, a ligação é gratuita.
Fonte: Cemig

Por Ana Lúcia Lopes
colheradamineira@gmail.com

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Bom Despacho: 100 anos


Fernando Meirelles pede que Dilma evite catástrofe e vete Código

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5794283-EI306,00-Fernando+Meirelles+pede+que+Dilma+evite+catastrofe+e+vete+Codigo.html

Em artigo assinado publicado no site do jornal britânico The Guardian, o cineasta Fernando Meirelles pede à presidente Dilma Rousseff que vete os pontos do Código Florestal que, segundo ele, ameaçam a sobrevivência da Amazônia. Esta sexta-feira é a data limite para que a presidente anuncie se veta ou não artigos do Código.
"Nunca antes a sobrevivência da floresta dependeu tanto de uma só pessoa. Mas é nesta posição em que a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, se encontra. O Congresso brasileiro aprovou um código florestal que coloca a Amazônia e outras florestas sob ameaça", escreveu o cineasta, diretor de Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel, entre outros.
Meirelles afirma que, se aprovado pela presidente, o código permitirá a madeireiras e fazendeiros que cortem 190 milhões de acres de floresta. "Um território do tamanho de França e Grã-Bretanha juntos estaria em risco", além de "70% das bacias hidrográficas", escreveu o diretor, que também condenou a anistia a desmatadores proposta no texto aprovado pelo Congresso.
Catástrofe
"Esse projeto de lei seria uma catástrofe não só para o Brasil, mas para todo o mundo e nosso futuro. O Brasil abriga 40% da última floresta tropical remanescente no mundo - um pulmão que fornece um quinto do nosso oxigênio. Então, por que o Congresso passou uma lei destruidora como essa? E por que Rousseff apenas não o vetou imediatamente? Simples: os agricultores e a indústria madeireira têm forte influência no Congresso e estse poderoso lobby afirma que a legislação é um entrave ao desenvolvimento no Brasil".
Meirelles diz que é falso o argumento de grandes agricultores de que há necessidade de mais áreas de plantio para que se evite a alta de preços de alimentos no Brasil. O cineasta lembra ainda que pecuaristas já usam 500 milhões de acres de terra, com 200 milhões de cabeças de gado, para produzir carne. E que, se desejam produzir mais, deveriam investir em aumento de produtividade e não desmatar a floresta.
O diretor de cinema acrescenta: "Qualquer ameaça à floresta é também uma ameaça aos índios". "Os interesses dos que vivem na floresta há gerações estão sendo colocados em segundo plano, abaixo de especuladores que fazem uso comercial da terra. Ambientalistas que saíram em defesa da floresta foram acuados, ameaçados e assassinados."
Fernando Meirelles lembra, ainda, que 79% dos brasileiros se opõem ao novo Código Florestal. O cineasta termina seu texto dizendo que, se não vetar o código, Dilma põe em risco sua credibilidade como anfitriã da Rio+20, conferência que vai discutir crescimento sustentável e redução da pobreza no Rio de Janeiro, que receberá mais de 50 mil participantes do evento em junho.
"O Brasil é visto por muitos países como um modelo de desenvolvimento para o século 21. Este é um momento crucial para definir que tipo de modelo o Brasil quer ser", concluiu o cineasta.
Minha opinião: As providências deveriam ter sido tomadas. Será que as questões econômicas e políticas vão falar mais que as ambientais e socias? Mais uma vez!!!!
Por Ana Lúcia Lopes

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Rádio Bradesco Esportes estreia na próxima quinta-feira


No dia 17 de maio, o Grupo Bandeirantes de Comunicação e o Banco Bradesco lançam a primeira rádio brasileira com uma programação voltada exclusivamente para o esporte

A Bradesco Esportes FM 94,1 surge para preparar o brasileiro para a década do esporte no país, que será palco de grandes eventos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Notícias, transmissões, colunistas renomados e música compõem a programação que falará de todos os esportes 24 horas por dia, sete dias por semana. 

A emissora contará com um time repleto de estrelas com todas as informações e detalhes sobre tudo o que acontece no mundo do esporte. José Roberto Guimarães, treinador bicampeão olímpico do vôlei, o jornalista Álvaro José, o gestor José Carlos Brunoro e o atleta do rúgbi Fernando Portugal são alguns dos que formam o time da rádio. Na programação, espaço aberto para qualidade de vida, esportes universitários, marketing esportivo e, claro, transmissões ao vivo dos principais eventos esportivos do Brasil e do mundo. 

Uma realização do Grupo Bandeirantes de Comunicação com naming rights do Banco Bradesco e apoio do Grupo Bel, o lançamento da Rádio Bradesco Esportes FM 94,1 acontece durante evento no Leopolldo Faria Lima, em São Paulo.
Por Petrônio Souza/Amirt

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Deu na CBN: Popó utiliza gabinete para promover evento pessoal.

Deu na rádio CBN de hoje: Deputado Popó convida por e-mail oficial para luta de despedida de carreira como pugilista em 
Punta Del Leste e usa funcionários de gabinete para a divulgação.

Veja e-mail enviado pelo ex-pugilista:

Dramaturgia do Encontro: Martinho Campos e Quartel Geral


O “Colherada Mineira” também esteve presente em outras cidades como Martinho Campos e Quartel Geral realizando a cobertura das oficinas teatrais do Teatro Terceira Margem. Assim, como em Dores do Indaiá, essas duas cidades do centro-oeste mineiro tiveram a oportunidade de aprofundar na arte teatral do Projeto Dramaturgia do Encontro.

Para saber mais sobre este projeto e solicitar apresentações entre em contato com Rhenan Moreira – Rádio Cultura – no telefone (37) 3551-1402.

Confira alguns registros – em Martinho Campos/MG:





Confira alguns registros – em Quartel Geral/MG:




Veja vídeo postado no Youtube, pelo “Colherada Mineira”, com as ações resumidas de Quartel Geral/MG:


Por Ana Lúcia Lopes
colheradamineira@gmail.com

Dores do Indaiá realiza oficinas de Dramaturgia do Encontro

O grupo Teatro Terceira Margem esteve em Dores do Indaiá de 19 a 23 de abril, através do patrocínio da ArcelorMittal e da Lei de Incentivo à Cultura e apoio da Prefeitura Municipal. 


Durante este período os dorenses tiveram a oportunidade de participar de oficinas teatrais que aconteceram em vários período nas instalações cedidas pelo Escola Estadual Dr. Zacarias. 


O projeto contou também com o apoio da Rádio Cultura AM 1080, a qual está realizando um importante trabalho para a continuidade dos trabalhos na cidade. 



Os atores profissionais do Teatro Terceira Margem, Júnia Bessa e Cristiano Pena, em entrevista com Rhenan Moreira no Programa Esporte Total. 


Primeira reunião do grupo em Dores do Indaiá. 


Conhecendo os limites do próprio corpo através das artes acrobáticas. 


Movimentando o corpo na quadra da Escola Estadual Dr. Zacarias e também na Praça da Matriz. 



Maquiagem artística.


Intervenção artística realizada em 22 de abril, logo após a missa dominical da Igreja Matriz. 




Para obter informações do projeto: Rádio Cultura (37) 3551-1402 - Falar com Rhenan Moreira

Por Ana Lúcia Lopes 
colheradamineira@gmail.com

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Teatro Terceira Margem realiza oficina de dramaturgia em Martinho Campos

Desde 19 deste mês, o grupo Teatro Terceira Margem está realizando oficinas de teatro gratuitas para a população de Martinho Campos. 

Dramaturgia do Encontro é um processo criativo que promove o diálogo de identidades, a troca de experiências e a elaboração de práticas e saberes artísticos, sempre interagindo com aspectos sociais, culturais e históricos das realidades locais.

O projeto Dramaturgia do Encontro será realizado em 5 cidades do centro oeste de Minas: Dores do Indaiá, Quartel Geral, Martinho Campos, Abaeté e Bom Despacho.

De abril a julho de 2012, o projeto promoverá em cada uma das cidades: Oficina-Encontro para criação, experimentação de cenas e aprofundamento de técnicas teatrais; apresentações artísticas e intervenções cênicas, como parte do processo criativo; e encontros para formação e acompanhamento de grupo de estudos que serão incentivados a dar continuidade às ações iniciadas pelo projeto.

As oficinas são indicadas a artistas, estudantes, arte-educadores e pessoas interessadas, com idades a partir de 13 anos, com ou sem experiência em artes cênicas. As inscrições são gratuitas. As apresentações são indicadas a pessoas de todas as idades. O acesso será livre e gratuito.

Confira registros que o "Colherada Mineira" realizou em Martinho Campos:










Acompanhe a agenda pelo site www.teatroterceiramargem.art.br. Mais informações pelos telefones (31) 9997-6912 ou contato@teatroterceiramargem.art.br.

Esta ação está sendo promovida pelo Teatro Terceira Margem com patrocínio da ArcelorMittal BioFlorestas através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas e apoio das Prefeituras Municipais de Dores do Indaiá, Quartel Geral, Martinho Campos, Abaeté e Bom Despacho.

Por Ana Lúcia Lopes
colheradamineira@gmail.com


Pontos de Cultura

                                                                
Pontos de Cultura: 
de ponta a ponta das
 Minas e dos Geraes 

Olá amigos(as).

Em Minas Gerais, somos 179 Pontos de Cultura. 

Teatro, dança, música, artes plásticas, artesanato, audiovisual,
cultura popular, entre outras várias modalidades artísticas, 
são as bases das nossas ações desenvolvidas em diversas regiões do estado.

Os Pontos de Cultura são definidos como iniciativas culturais 
desenvolvidas pela sociedade civil que estão sendo potencializadas 
pelo Governo Federal, através do Programa Mais Cultura, 
em conjunto com o Governo Estadual e Governos Municipais. 
No Brasil, somos aproximadamente 2.700 Pontos de Cultura. 
Como meta do Plano Nacional de Cultura seremos 15.000 até 2020.
Precisamos nos mobilizar para que este compromisso seja efetivado. 

Participem e acompanhem algumas ações pelos links abaixo. 
Cada um deles abre a porta de uma intensa programação cultural 
e de inúmeras oficinas gratuitas.

                                                          Pontos de Cultura:

AMAR - Conselheiro Lafaiete

Arte em Movimento – Extrema

Açucena – Açucena

Caravana de Artesania – Belo Horizonte
e interior de Minas

Cine Poesia – Montes Claros

Dim dim dom...berimbau chamou eu vou.
Belo Horizonte

Entre & Vista - Tiradentes

Folias da Cultura – Rubim
































Instituto Rosa e Sertão/Seu Duchim
Chapada Gaúcha

Lupa - Pedro Leopoldo

Movimento PróCultura – Muriaé

Museu da Oralidade - Três Corações

Palavras que Brincam – Uberlândia

Quik Cidadania  – Nova Lima

Quintal de Cultura – Belo Horizonte

Rádio Comunitária UMAC – Curvelo
Informações complementares:

Ministério da Cultura

Secretaria de Estado da Cultura MG






quarta-feira, 11 de abril de 2012

Bom Despacho tece e resgata a história através de livro

Em 2012 Bom Despacho, região Centro-Oeste de Minas Gerais, completa 100 anos.

Para comemorar a data, o grupo de mulheres Ocaia Avura (foto abaixo) produziu o livro “Tecendo nossa história”.

 Foto: Wilson Fortunato

As integrantes do grupo utilizaram-se do bordado e de suas lembranças para fazer um resgate cultural do município. O livro foi doado ao Museu da Cidade de Bom Despacho e vai ajudar na divulgação da história e na produção artesanal do município.
Foram 5 meses de trabalho. O livro de pano tem 57 cm de altura, 6,5 de largura e 60 páginas. As imagens retratam o passado e o presente da cidade.

As cenas bordadas apresentam, por exemplo, o antigo trem de ferro, igrejas, escolas, a vida rural e até ditados populares. As imagens têm como referência as lembranças e experiências de vida das integrantes do Ocaia Avura.
Foto: Berenice de Queiroz Andrade

Duas figuras do livro foram feitas pela bordadeira Maria Antonieta Leite Assumpção.

Em uma delas, está retratada a instituição Aliança Bomdespachense de Assistência e Promoção. A entidade completa 40 anos em 2012 e desenvolve ações voltadas para crianças e adolescentes. Outro local reproduzido pela integrante do grupo no livro é a Casa Assumpção. A loja foi um dos mais importantes e tradicionais pontos comerciais do município.

Foto: Berenice de Queiroz Andrade

 “Acho importante o nosso trabalho, porque daqui a pouco as pessoas não lembram de mais nada. E esse livro vai ajudar a preservar a nossa história”, diz Maria Assumpção.
Para fazer essa homenagem ao centenário de Bom Despacho, o grupo Ocaia Avura recebeu orientações da EmaterMG. A Empresa participou de todas as etapas da produção do livro. Desde a pesquisa, seleção e compra de materiais, escolha dos temas e elaboração dos bordados até o evento de lançamento.

De acordo com a extensionista da EmaterMG, Berenice de Queiroz Andrade, a confecção do livro é importante paraorganizar e fortalecer o grupo, dar maior visibilidade e valorização ao artesanato do município, promover o resgate e a manutenção da cultura local, fortalecer o turismo, e estimular a geração de renda”, diz. O livro foi doado ao Museu da Cidade, onde o público poderá conhecer o trabalho. Fonte: Emater

Meu comentário: Rico trabalho desenvolvido em comemoração ao centenário de Bom Despacho. Além de livro, uma obra de arte. Parabéns à Emater, às mulheres Ocaia Avura  e todos da cidade pela iniciativa.
Por Ana Lúcia Lopes - Jornalista